A foto acima nos dá um exemplo de como a política provoca na sociedade uma má informação sobre assuntos impertinentes com a realidade. É incrivelmente HILARIANTE a forma como a comunicação social para pra observar esse show de palhaçadas. E a bola da vez teve como alvo o casamento real. Fica evidente que os interesses eram mútuos, interesses na qual teve por objetivo afastar nos cidadãos das tomadas de decisão de nosso país e dos episódios mundiais mascarados como: guerra, economia, interreses cambiais etc.
E mais HILARIANTES como assuntos se tornam tão indispensável, como por exemplo, os chapéus e vestidos usados no evento da realeza nos levam a tantas polemicas? E como a mídia perdeu diariamente em média 10min em seus principais telejornais, para literalmente abrir uma discussão de como os convidados deve – se comportar, os protocolos a ser seguidos e possíveis locais para a lua de mel do casal notório William e Kate. Parecia um tratado feito pela TVs de nosso país, pois todas as estações de TV e Radio pararam todas as suas respectivas programações para exibir o “noticiário”, ao vivo e nos obrigar assistir de forma repetitiva e sistemática o novo casal. Até mesmo dentro de programas infantis como o Bom dia CIA, apresentado pela Maysa, foi dignamente lembrados, há quem diga que pelo fato de tantos replays e flashback feitos no dia, acabaram sonhando com o tímido beijo real.
O pior de tudo isso e que agimos como se em nosso país á grosso modo não tivéssemos outros afazeres mais oportunos a serem comunicados. Quando será que teremos um especial do Globo Repórter para falar dos brasileiros que vivem sem tratamento de esgoto? Que por sinal e quase a metade de nosso país; ou abrir uma discussão pra onde vão os nossos impostos? E como são distribuídos? Ou mostrar o dia – dia de um trabalhador na qual consegue por meio de toda essa inflação sobreviver com um salário mínimo, que diga- se por passagem é um mestre, não é? Fica aqui então somente expressa a minha indignação e assim como as minhas duvidas. Por: Thiago Cristardo.

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